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  • 5 Dicas para alcançar a Publi dos sonhos

    5 Dicas para alcançar a Publi dos sonhos

    Já pensou em como os influenciadores conseguem fechar publis incríveis nas redes? Muitos fatores como, engajamento, alcance e número de seguidores são muito importantes, mas existem também outros pontos necessários na horas de fechar uma ação publicitária com um creator. Abaixo estão 5 dicas que podem te aproximar da publi tão desejada. 

    Mídia Kit

    O Mídia Kit é um documento contendo as principais informações sobre o influenciador e o conteúdo de sua página. Nele terá uma análise do seu segmento, seus números, pontos positivos do seu perfil e referencias dos seu trabalhos.

    Informações relevantes na bio

    Antes de ter acesso ao seu Mídia Kit, o responsável por selecionar seu perfil para um job vai analisar sua biografia, por isso é importante que você deixe esse campo o mais atrativo e informativo possível. Coloque informações como: nome, estado, cidade, idade, nicho e o que mais você achar importante sobre você. Use um direcionador de links para colocar outras sociais, blogs, podcast ou matérias jornalísticas.

    Caixa Postal

    Se possível, tenha uma caixa postal ativa e coloque na bio do seu perfil. Assim as marcas poderão enviar mimos surpresas pra você.

    Contato atualizado

    Tenha contatos feito apenas para parcerias, isso evita que os e-mails importantes se percam. Mas lembre de mantê-los atualizados e bem visíveis no seu perfil. Não pra fechar parceria sem conseguir fazer contato.

    Nota Fiscal

    Muitas marcas pedem Nota Fiscal para as ações e não deixe para providenciar de última hora. Apesar de estar cada dia mais simples abrir um MEI (Microempreendedor Individual), o processo é simples, mas leva tempo e você não quer correr o risco de perder um job.

    Coloque essas dicas em pratica junto de muita dedicação e seu momento vai chegar.

    Por: Rafaelly Alves

  • 5 campanhas que trouxeram protagonistas LGBTQIA+

    5 campanhas que trouxeram protagonistas LGBTQIA+

    No último mês, vimos uma tentativa na ALESP de tirar pessoas LGBTQIA+ da publicidade. Por isso, trouxemos 5 campanhas inspiradoras que fizeram história colocando a pauta da diversidade em destaque!

    DIA DOS NAMORADOS – O BOTICÁRIO (2015)

    Por trazer casais de diferentes orientações sexuais, a campanha “Casais” causou comoção nas redes. Alvo de boicote do público conservador, que tentou um processo pelo CONAR (alegando desrespeito à família), mas foi absolvida e ainda levou o prêmio máximo do EFFIE AWARDS BRASIL 2015.

    OUTUBRO ROSA – AVON (2015)

    Também em 2015, a AVON trouxe a cantora Candy Mel como a primeira mulher trans a protagonizar uma campanha de conscientização sobre o câncer de mama. “#EUSOUASSIM”.

    DORITOS RAINBOW (2017)

    Para apoiar a 21ª parada LGBT em São Paulo, Doritos criou o salgadinho “Rainbow”, com as cores da bandeira LGBTQIA+. Na compra do kit Rainbow, a renda foi revertida para a Cassa 1 que abriga LGBTQIA+ em situação de risco. A campanha foi protagonizada por diversos influenciadores da comunidade.

    MEU PRIMEIRO  SUTIÃ – ANTRA (2019)

    A Madre Mia Filmes recriou o filme “Meu Primeiro Sutiã”. clássico de Washington Olivetto exibido em 1987, para a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA). A releitura traz um protagonista trans para abrir uma discussão sobre a violência e o preconceito.

    DIA DOS PAIS – NATURA (2020)

    A Natura virou um dos assuntos mais comentados no Twitter após publicar a campanha “#MEUPAIPRESENTRE”, trazendo Thammy Miranda como um dos contratados. Em nota,  a Natura afirmou ao UOL seu posicionamento de que celebrar “Todas as formas de ser homem”.

    Por Bernardo Remus

  • Alesp vota Projeto de Lei que liga LGBTQIA+ à influência inadequada para crianças

    Alesp vota Projeto de Lei que liga LGBTQIA+ à influência inadequada para crianças

    Hoje, 20, a Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) vota um projeto de lei que visa a proibição de propaganda LGBTQIA+ associadas a crianças em São Paulo.

    A deputada Marta Costa, responsável pela PL, afirma que propagandas envolvendo LGBTQIA+ e famílias homoafetivas são uma “prática danosa” e influenciam negativamente na formação de jovens e crianças.

    Se aprovada, a lei proibirá propagandas no estado de São Paulo onde apareçam pessoas LGBTQIA+ e famílias homoafetivas, como as campanhas das marcas: Quem Disse Berenice, O’Boticário e Natura que em sua última campanha de dia dos pais mostrou Thamy Miranda, um homem trans com seu filho.

    A deputada Erika Malunguinho, líder da oposição ao projeto dentro da Alesp, afirma: “Como apontado por pesquisadoras/es, a estratégia utilizada por setores conservadores tem como objetivo criar um pânico moral em torno das questões de gênero e sexualidade. Isso foi materializado por esse projeto de lei, mas não é inédito, visto que segue a lógica da ‘ideologia de gênero’ e suas distorções discursivas. A retórica utilizada por esses parlamentares reafirma a desumanização  que a população LGBTI+ já é historicamente submetida neste País, induzindo como responsáveis por causar danos éticos e morais às crianças”.

    Crianças podem ser influenciadas por esse tipo de publicidade?

    Para o coordenador de Programa Criança e Consumo, Pedro Hartung do Instituto Alana, ONG que defende os direitos da criança, diz que a justificativa da deputada para propor o projeto é “infundada”, tanto na perspectiva dos direitos da criança, quanto na perspectiva democrática e que crianças devem conviver com diversidade para seu desenvolvimento.

    Lembrando que a publicidade infantil está proibida no Brasil desde 2014, sendo permitidas apenas anúncios direcionados aos pais. Assim, não é lógico relacionar esse tipo de publicidade a “práticas danosas” que podem influenciar crianças.

    Nós sabemos a importância da visibilidade LGBTQIA+ na mídia e produções culturais para que pessoas queers possam se sentir humanizadas e saberem os seus direitos na sociedade, e não concordamos com essa PL. E é claro que o PL gerou uma grande movimentação nas redes. Pessoas LGBTQIA+ estão postando fotos com crianças e suas famílias com as hashtags #LGBTnãoÉMáInfluencia e #AbaixoPL504.

    Por Rafaelly Alves