Tag: marketing de influência

  • PRA TE INSPIRAR: 11 conteúdos criativos que os influenciadores de Downy fizeram para o BBB

    PRA TE INSPIRAR: 11 conteúdos criativos que os influenciadores de Downy fizeram para o BBB

    Tá sem ideia do que fazer para um publi de alguma marca que te contratou? A Mosaico elaborou a estratégia de conteúdo para os influenciadores do amaciante Downy durante o BBB 22 e aproveitamos para reunir os posts que foram ao ar.

    Foram 11 influenciadores pertencentes ao Squad da marca: João Pedrosa (BBB 21), Camila Queiroz, Marcos Mion, Camilla de Lucas, Bianca Dellafancy, Paola Antonini, Ju Romano, Jade Magalhães, Lettícia Munniz, Alice Salazar e Mileide Mihaile. Esses nomes foram mapeados em 2021, quando a Mosaico desenvolveu o Planejamento Estratégico de Influência para a Downy. A agência foi contratada pela New Vegas para desenvolver esse plano.

    JOÃO PEDROSA


    A Mosaico fez todo o direcionamento para que a produção dos conteúdos fosse um sucesso, considerando melhores horários, categorias de conteúdos, alinhamento com o tipo de conteúdo que o influenciador já produz, caracterização e conteúdos de referência.

    MARCOS MION


    Como em todo projeto da Mosaico, buscamos trazer diversidade no elenco de influenciadores: diferentes cores, diferentes corpos, diferentes gêneros e sexualidades.

    CAMILA QUEIROZ


    Os influenciadores tiveram conteúdos divididos em combos de Stories, vídeos no Reels e fotos no feed. Dá uma olhada no resultado!

    BIANCA DELLAFANCY


    JU ROMANO


    JADE MAGALHÃES


    LETTICIA MUNNIZ


    PAOLA ANTONINI


    CAMILLA DE LUCAS


    MILEIDE MIHAILE


    ALICE SALAZAR


    Gostou? Veja outros cases de influência para se inspirar.

  • Gretchen e Narcisa são musas do Carnaval Riachuelo

    Gretchen e Narcisa são musas do Carnaval Riachuelo

    Trazendo o clima de folia em casa, após o adiamento do carnaval desse ano causado pela pandemia, a Riachuelo reuniu Narcisa e Gretchen, rainhas dos memes, para a campanha de Carnaval da marca.

    Com a agência Mosaico responsável pelo planejamento estratégico da ativação, a internet ganhou um feat histórico entre as influenciadoras que julgaram uma batalha de looks carnavalescos, mas ideais para curtir os bloquinhos da segurança de casa. 

    Elas se encontraram em uma diária, para escolher seus looks favoritos apresentados pelo squad de influenciadores da Riachuelo: Luanda Bandeira, Ivi Pizzoti, Iara Werneck e o casal Paula Amorim e Breno Simões. 

    Além dos reacts já postados nas redes de Narcisa e Gretchen, ação está se desdobrando nas redes sociais da Riachuelo!

  • Guia de Tendências e Influência com Diversidade 2022

    Guia de Tendências e Influência com Diversidade 2022

    O Marketing de Influência e a diversidade são os carros chefes do marketing digital na atualidade, sendo o Brasil o país mais impactado por essa influência. 52% dos internautas brasileiros seguem algum influenciador digital em suas redes sociais, o que mostra a importância dessa tática que, só no ano passado, movimentou US$ 13,8 bilhões.

    No início da pandemia, no entanto, houve uma grande mudança na forma como as pessoas consumiam conteúdos online. Algumas pautas perderam relevância enquanto outras se tornaram extremamente necessárias. 

    Para te ajudar a entender melhor o que vem pela frente trouxemos o Guia de Tendências e Influência com Diversidade 2022, leitura obrigatória para estar à frente desse ano que promete.

    Para ter acesso ao guia da MOSAICO basta preencher o formulário abaixo!

  • Pesquisa sobre Influencers Trans

    Pesquisa sobre Influencers Trans

    Em 2020 fizemos nossa primeira pesquisa direcionada aos criadores de conteúdo e influenciadores LGBTQIA+ no Brasil, a fim de reunir informações sobre esse grupo ao mercado de influência. O resultado não foi muito positivo, visto que há muita desigualdade também entre as siglas. 

    Nesse ano decidimos segmentar um  pouco mais essa pesquisa e trazer o foco para creators Trans. Assim como na análise anterior, buscamos saber mais sobre o universo da sigla T. Para isso, contamos com o apoio da TransEmpregos e da YouPix.

    O primeiro passo foi fazer um mapeamento de influenciadores trans para termos uma dimensão de nosso universo. Esse mapeamento também nos auxiliaria no envio de directs para que o pessoal participasse da pesquisa, que ficou disponível para coleta de dados entre os dias 1 e 21 de junho. Ao todo, conseguimos 189 respostas concentradas na idade entre 18 e 35 anos 86,8%, são moradores principalmente do Estado de São Paulo 33,9%, Rio de Janeiro 15,3%, Minas Gerais 5,8% e Bahia 5,3%.

    A amostra foi composta por 41,3% de homens trans, 39,1% de mulheres trans, 15,9% travestis e 13,2% não binárie. A pergunta sobre identidade de gênero foi de múltipla escolha, tendo no grupo, pessoas que se identificam tanto como homem trans quanto gênero fluíde e não binárie, quanto mulher trans e travesti. Relacionado à orientação sexual, 45% são heterossexuais, 23,8% bissexual, 19% Pansexual e 6,9% Gay.

    Referente a raça, seguindo as bases estabelecidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a amostra se denominou 48,7% branca, 25,4% parda e 22,8% negra. Do grupo, 64% são solteires, 20,6% estão namorando e 9% são casades.

    A maior parte dos respondentes são composta por nano influenciadores, que possuem menos de 10 mil seguidores, 42,3%. Micro (de 10 a 100K) 21,7% e Meso (de 100k -500k) – 3,7%. Mega Influenciadores (acima de 1M): 0,5%.

    Quando o assunto é produção de conteúdo, numa questão de múltipla resposta, 14,3% dizem que não possuem um tema específico. Entretanto, os 38,1% abordam assuntos sobre gênero e sexualidade e 36,5% assuntos relacionados com a cultura e história LGBTQIA+, fato que se associa ao motivo que os levou a serem influenciadores digitais, como uma forma de mostrar a sua trajetória e fornecer visibilidade ao universo. Outros assuntos que também entram na pauta desse grupo é assuntos relacionados com beleza 28,1%, Arte 27% e Entretenimento 24,4%.

    Um ponto importante de se destacar é frequência que esse grupo realizou trabalhos como influencers. 45,5% respondeu não ter feito nenhum trabalho como influencer nos últimos 6 meses, enquanto 11,1% fez 1 trabalho. Esse dado destaca o esquecimento da comunidade trans fora do Mês do Orgulho LGBTQIA+.

    36,6% do creators que responderam a pesquisa disseram ser mais procurados por empresas durante o Mês do Orgulho LGBTQIA+.

    Isso ressalta como as marcas ignoram a existência dessa comunidade nos outros períodos do ano e acabam inviabilizando essas pessoas!

    57,6% responderam que o valor do cachê é importante ou muito importante na hora de fechar um trabalho.

    Já sobre a forma de abordagem das marcas quase 35% respondeu considerar importante na hora de aceitar um trabalho

    Mais da metade dos creators trans respondentes da pesquisa acham muito importante que as marcas se posicionam e não acham muito importante a fama dessas empresas.

    Quando uma marca se posiciona ela mostra que seu apoio é genuíno e não uma estratégia que visa apenas lucros.

    Pesquisa supervisionada e também integrante do projeto de pesquisa da Profa. Dra. Yhevelin Guerin, vinculada à Universidade de Santa Cruz do Sul e intitulada “Influenciadores digitais, empoderamento social e posicionamento de marca.

  • 5 campanhas que trouxeram protagonistas LGBTQIA+

    5 campanhas que trouxeram protagonistas LGBTQIA+

    No último mês, vimos uma tentativa na ALESP de tirar pessoas LGBTQIA+ da publicidade. Por isso, trouxemos 5 campanhas inspiradoras que fizeram história colocando a pauta da diversidade em destaque!

    DIA DOS NAMORADOS – O BOTICÁRIO (2015)

    Por trazer casais de diferentes orientações sexuais, a campanha “Casais” causou comoção nas redes. Alvo de boicote do público conservador, que tentou um processo pelo CONAR (alegando desrespeito à família), mas foi absolvida e ainda levou o prêmio máximo do EFFIE AWARDS BRASIL 2015.

    OUTUBRO ROSA – AVON (2015)

    Também em 2015, a AVON trouxe a cantora Candy Mel como a primeira mulher trans a protagonizar uma campanha de conscientização sobre o câncer de mama. “#EUSOUASSIM”.

    DORITOS RAINBOW (2017)

    Para apoiar a 21ª parada LGBT em São Paulo, Doritos criou o salgadinho “Rainbow”, com as cores da bandeira LGBTQIA+. Na compra do kit Rainbow, a renda foi revertida para a Cassa 1 que abriga LGBTQIA+ em situação de risco. A campanha foi protagonizada por diversos influenciadores da comunidade.

    MEU PRIMEIRO  SUTIÃ – ANTRA (2019)

    A Madre Mia Filmes recriou o filme “Meu Primeiro Sutiã”. clássico de Washington Olivetto exibido em 1987, para a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA). A releitura traz um protagonista trans para abrir uma discussão sobre a violência e o preconceito.

    DIA DOS PAIS – NATURA (2020)

    A Natura virou um dos assuntos mais comentados no Twitter após publicar a campanha “#MEUPAIPRESENTRE”, trazendo Thammy Miranda como um dos contratados. Em nota,  a Natura afirmou ao UOL seu posicionamento de que celebrar “Todas as formas de ser homem”.

    Por Bernardo Remus

  • Pesquisa Influenciadores Trans: A Mosaico quer ouvir a sigla “T”

    Pesquisa Influenciadores Trans: A Mosaico quer ouvir a sigla “T”

    São poucos os dados disponíveis que falam sobre o nicho de creators e influencers transgênero. Pensando em levantar essas informações para poder defender a inclusão de influenciadores da sigla T em campanhas publicitárias, a Mosaico desenvolveu a “Pesquisa com Influencers Trans”.

    Mosaico é conhecida no setor de marketing de influência por defender a diversidade dentro de campanhas publicitárias e empresas. Fomos a  precursora ao tentar entender mais sobre como é a inclusão dos influencers integrantes da sigla LGBTQIA+ em 2020, quando realizamos a primeira pesquisa brasileira direcionada a este público. Agora, queremos nos aprofundar no assunto e conhecer mais sobre os influenciadores pertencentes a sigla T.

    A pesquisa sobre todo o movimento LGBTQIA+ nos trouxe alguns dados que indicam a existência de desigualdades dentro da própria sigla. No âmbito financeiro, por exemplo, mapeamos que 30,8% dos influenciadores trans não são remunerados pelo seu trabalho. Estes índices mudam bastante entre os influencers cis, onde 14% desse grupo não recebe remuneração e 13,2% vivem exclusivamente da criação de conteúdo.

    Esta condição confirma um tabu presente no que se refere à identidade de gênero e a dificuldade não só da sociedade, mas também das marcas, de tratar o assunto de maneira mais aberta e natural. E para mudar esse cenário, nos unimos com o TransEmpregos, a Youpix e o site Põe Na Roda, que vão nos ajudar no trabalho de dados e divulgação dessa pesquisa.

    A proposta final, além de fornecer informações sobre esse universo, possibilita visibilidade. Segundo Yheuriet Kalil, CEO da Mosaico, existem “resistências e estranhamentos sociais dentro da comunicação e no momento em que marcas apoiam, contratam e co-criam com creators trans, esse tema pode ser mais difundido e naturalizado. Os tabus precisam ser dissipados”.

    Participe da pesquisa acessando este link e preenchendo o formulárioÉ importante que ele seja respondido com todos os detalhes possíveis, para refletir a sua realidade. 

    Para termos um resultado mais completo precisamos que a pesquisa tenha muitas respostas, então compartilhe com os amigos e nos ajude na divulgação.

  • Loja no Instagram: Passo a passo para criar a sua

    Loja no Instagram: Passo a passo para criar a sua

    Se você usa o Instagram para vendas, mas ainda não usa o Loja no Instagram, está na hora de investir nesse recurso. Dá para criar posts, colocar preços e inserir links diretos para o seu site, tudo isso de graça e pela própria rede.

    Bora lá que eu vou te mostrar como criar sua loja no Instagram:

    Como criar uma loja no Instagram!

    Antes de começar você precisa cumprir algumas etapas: ter um perfil comercial no Insta vinculado à uma Fanpage; ter um domínio e um catálogo de produtos no Facebook ou um e-commerce. Caso você não tenha um e-commerce ou catálogo de produtos no Facebook, é possível criar uma conta pelo Gerenciador de Negócios.

    Esse processo vai permitir a criação de uma vitrine dos seus produtos, com preços e links diretos no post. Como o recurso ainda não permite pagamentos pela plataforma, o e-commerce é SUPER importante.

    Vamos para o passo a passo?

    1º Confirmar sua qualificação: Esses requisitos são essenciais para a ativação do recurso!

    • Estar localizada em um mercado disponível;
    • Ter um produto qualificado;
    • Estar em conformidade com o acordo de vendedor e as políticas comerciais da plataforma;
    • Ter um domínio de site no qual você pretende vender.

    2º Perfil comercial e vinculado ao Facebook: Nas configurações do seu perfil clique em “conta”, depois clique em “mudar para profissional” e escolha a categoria da sua loja. 

    Feito isso, agora é hora de vincular sua conta ao Facebook. Basta clicar em “editar perfil”, “conta”, “compartilhar em outro aplicativo”, “Facebook” e selecionar sua fanpage .

    3º Criar seu catálogo: Essa é a parte mais importante do  processo, por sorte o Gerenciador de Negócios do Facebook oferece um guia bem prático para a criação desse catálogo.

    Acesse as “configurações do negócio”, escolha “origens de dados” e selecione “catálogos”. Aí é só ir em “adicionar e criar um novo catálogo”, criar um nome para ele e você poderá adicionar itens ao Gerenciador de Catálogos.

    Também é possível tirar suas dúvidas na seção criar um catálogo na central de ajuda do Facebook.

    Agora chegou a hora de levar seu site para análise

    A rede precisa verificar se sua empresa é séria, por isso ela passará por um processo de análise que pode levar alguns dias.

    • acesse o perfil da sua empresa no Instagram e toque no ícone de três barrinhas Menu;
    • selecione “Configurações” :
    • cadastre-se para o recurso “Compras”;
    • siga as etapas para enviar sua conta para análise;
    • para verificar seu status basta acessar “Compras” nas “Configurações”.

    Minha loja foi aprovada. E agora?

    Vamos habilitar o modo compras no seu perfil do Instagram:

    1. Acesse seu perfil e toque em Menu:
    2. Toque em “Configurações”:
    3. Toque em “Negócios”:
    4. Toque em “Compras. Observação: a opção de tocar em “Compras só está disponível para contas aprovadas para o recurso Compras no Instagram:
    5. Toque em “Continuar”:
    6. Selecione um catálogo de produtos para conectar com sua conta comercial:
    7. Toque em “Concluir”.

    É oficial. Você tem uma loja no Instagram!

    Vá na foto do produto e escolha a opção “Marcar produtos”.

    A opção de marcação aparece em lugares diferentes:

    • posts no feed: o botão fica abaixo do conteúdo e da marcação de pessoas;
    • posts nos stories: a marcação de produtos fica dentro da aba de stickers.

    Agora é só aproveitar a plataforma e fazer suas vendas!

    Por Rafaelly Alves

  • Clubhouse: O que é e como funciona

    Clubhouse: O que é e como funciona

    A rede social do momento foi criada em abril de 2020, mas ganhou muita popularidade em fevereiro de 2021. Mesmo sendo exclusiva para sistemas IOS, a plataforma teve um salto de 4,900% nas buscas pelo aplicativo. Em dezembro eram 600 mil usuários, já em fevereiro esse número foi para 6 milhões.

    O que é?

    Clubhouse é uma rede social onde é possível criar salas com temas específicos para bate-papos, apenas por áudio e ao vivo. Existem diferentes tipos de salas: públicas, onde qualquer membro pode participar; sociais, restritas aos seguidores do criador da sala; e privadas, onde os moderadores controlam a entrada e saída dos participantes. 

    Dentro das salas os participantes são divididos entre: Moderadores, quem controla a sala; Speakers, quem pode falar; e os seguidores dos speakers que são ouvintes. Quase um podcast onde você pode fazer parte da conversa..

    Como participar?

    Devido ao pouco tempo de lançamento, o Clubhouse está restrito a usuários de Iphone, algo que a empresa já estuda mudar. Além disso, é necessário ser convidado por um usuário da rede para criar uma conta. Caso você ainda não tenha um convite é possível reservar um user, assim, você pode usar o mesmo que usa em outras redes. 

    A tática do convite funciona junto com outra estratégia, as conversas não podem ser gravadas, ou seja a plataforma entra no efeito FOMO (“Fear Of Missing Out” ou “Medo de ficar de fora”) é preciso estar na rede na hora certa para acompanhar o que rola nela. 

    Então se você quer entrar na onda, partiu pedir um convite pra um coleguinha! 

    O hype vai durar?

    Uma das questões mais importantes para quem trabalha com redes é se o Clubhouse vai se consolidar. Ainda é cedo para afirmar qualquer coisa, já que ainda estamos entendo como ela funciona.

    Mas a aposta é positiva. Em pouco tempo a nova rede ultrapassou as buscas pelo TIkTok, aplicativo que caiu no gosto popular durante a quarentena. Isso pode significar o preenchimento de uma lacuna já existente nas demais redes sociais, já que o interesse só aumenta. Como mostra o Google Trends.

    Imagem do Google Trends

    A ideia chamou atenção do Facebook. Segundo o The New York Times, a empresa já planeja um concorrente para o Clubhouse. Ainda não se sabe se a rede de Mark Zuckerberg idealiza uma extensão das redes sociais já existentes ou realmente vai desenvolver uma nova plataforma. 

    De acordo com a mesma fonte, o Twitter também já está se preparando para entrar na briga após a compra da companhia de podcasts Breakers.

    Clubhouse e o Marketing Digital

    Uma coisa que já podemos perceber é a facilidade para se monetizar os conteúdos na plataforma. É possível cobrar ingresso para as salas privadas de cursos, palestras ou eventos. Além disso, a rede é perfeita para criar relacionamentos, já que é um canal para aproximação entre influenciadores, marcas e o público geral.

    Alguns pontos que podem ser considerados negativos para a rede é justamente a falta de monitoramento desses conteúdos, sem o salvamento das conversas fica quase impossível controlar a propagação de discursos de ódio, por exemplo. Sem as gravações não se pode provar nada. 

    Outro ponto é que os usuários ficam presos ao tempo da plataforma, já que as salas acontecem em tempo real e nem sempre temos disponibilidade para acompanhar as discussões. Além do alto número de usuários online, ao mesmo tempo  que exige uma infraestrutura muito sólida para um bom funcionamento.

    Aqui vão algumas dicas para já começar a usar a novidade ao seu favor:

    1- Use a rede para criar relacionamento com grandes nomes;

    2- Crie salas com temas específicos e convide quem entende do assunto para gerar um papo construtivo;

    3- Entre em reuniões como ouvinte para aprender mais sobre os assuntos e também ser visto;

    4 –Use a plataforma como meio de se aproximar do seu público e dê espaço para que eles falar;

    5- Fique de olho nos assuntos do momento, a rede é um Twitter por áudio. Descubra sobre o que as pessoas querem falar no momento.

    Já entrou para o Clubhouse? Conta o que você achou da rede e se acha que ela vai continuar bombando!

    Por Rafaelly Alves

  • O que é Marketing de Oportunidade e como usá-lo no seu conteúdo

    O que é Marketing de Oportunidade e como usá-lo no seu conteúdo

    O Marketing de Oportunidade é quando uma empresa trabalha um tema que está em alta em benefício próprio. Pode ser uma data comemorativa, uma celebração cultural, uma tendência ou até mesmo uma ação da concorrência para autopromoção.

    A ideia é trazer a atenção dessa situação para um produto, serviço ou marca. Esse tipo de marketing é muito funcional (e aplaudido, quando bem feito), porque muitas vezes é mais barato: seja um repost ou mesmo uma resposta nos comentários de algum usuário, tem o potencial de aumentar o alcance, o engajamento e estreitar a relação da marca com o público.

    Como usar o Marketing de Oportunidade 

    • Antes de qualquer coisa é preciso conhecer seu público e acompanhar suas mudanças para entender o que é pertinente;
    • Estar atento ao que acontece no mundo, já que o Marketing de Oportunidade é momentâneo e as tendências passam tão rápido quanto aparecem. É importante saber usar o timing. Uma dica é acompanhar os Trending Topics do Twitter ou o Google Trends e estar antenado com os assuntos mais comentados do momento;
    • Acompanhar a concorrência: o que estão fazendo, sobre o que estão falando e como está sendo a resposta do público.

    Claro que nem tudo são flores e tem alguns pontos onde é preciso ter muita atenção para usar esse tipo de oportunidade. 

    • A internet não é terra de ninguém, por isso nada de usar imagens sem autorização ou tratar de forma inapropriada os temas. A quantidade de marcas que fizeram uso indevido da cantora Karol Conká vai render um bom número de processos, se ela assim quiser;
    • Nem tudo é oportunidade. Alguns assuntos são muito delicados para serem tratados de forma rasa ou simplesmente não tem relação com a sua persona. Recentemente, influenciadores foram criticados por utilizarem o tema sensível do cancelamento e da empatia como forma de promover marcas;
    • Tenha muito cuidado com a linguagem, pois na internet é muito fácil algo não soar como planejado ou ser mal interpretado;

    Ana Maria Braga deu uma AULA de publi de oportunidade

    Toda quarta-feira a apresentadora recebe o eliminado da semana, do Big Brother Brasil, no seu programa “Mais Você”. Na semana de eliminação da rapper Karol Conká, a internet começou uma brincadeira de que Ana Maria não iria para o trabalho para não realizar a entrevista.

    Acontece que alguns perfis no Twitter alteraram o próprio nome para “Ana Maria Braga” e fizeram tweets fingindo ser a apresentadora, enganando (e engajando) vários usuários:

    Aí surgiu a oportunidade. Para desmentir a situação, a apresentadora fez uma postagem robusta: além de esclarecer o ocorrido, ela ainda aproveitou para falar sobre o problema seríssimo das Fake News na atualidade e indicou o livro “1984”, de George Owell (que inclusive é a obra que inspirou o próprio programa Big Brother), e menciona que você pode ter acesso ao livro físico ou fazer a leitura online. Até aí, nenhuma surpresa.

    Mas ao final desse conteúdo, Ana Maria entra com um publi (totalmente inesperado) divulgando um aplicativo de leitura online e ainda compartilha seu cupom de uso. K.O. Um exemplo de conteúdo de oportunidade bem feito, robusto, atual e coerente!

    Na hora de criar seu conteúdo em cima de uma oportunidade, pense em como esse conteúdo pode se relacionar com você, sua marca e seu público, e não apenas em surfar na onda. 

    Lembra de algum outro case interessante? Conta aqui nos comentários!

    Por Rafaelly Alves

  • Shadowban: Como evitar o bloqueio do Instagram?

    Shadowban: Como evitar o bloqueio do Instagram?

    Se você já sentiu que seu alcance e engajamento diminuíram ou pararam de crescer de uma hora pra outra, saiba que o algoritmo pode não ser o único responsável. Em algumas situações pode acontecer o temido shadowban do Instagram, onde os posts são removidos das buscas por hashtags. Se você não faz ideia do que é essa palavra estranha, fizemos esse artigo cheio de informações sobre o misterioso!

    O que é Shadowban?  

    A palavra significa bloquear o usuário de uma rede social de forma que ele não perceba que foi banido e existe desde 2006, apesar de ter se popularizado no Instagram apenas em 2016.

    Shadowban é quando seu conteúdo deixa de aparecer nos feed de hashtags, localização e até mesmo na aba de Explorar. Aparecendo apenas para seguidores, o que diminui muito o alcance do perfil.

    Isso funciona para a rede, porque alguns perfis usam técnicas impróprias para expandir os números como bots, automações e hashtags irrelevantes, que não necessariamente têm relação com o conteúdo postado, deixando a experiência dos demais usuários nada agradável.

    Importante: O mau uso do algoritmo pode causar um resultado parecido, por isso, nem sempre o shadowban  será o único motivo do seu baixo alcance, por isso é importante analisar o motivo do seu baixo alcance.

    Como saber se seu perfil foi vítima do shadowban? 

    • Faça uma publicação;
    • Na publicação, use uma hashtags que você usa frequentemente e que não seja tão usada;
    • Peça para que cinco perfis que não te seguem pesquisar pela hashtag que você usou na publicação;
    • Veja se você está aparecendo para as pessoas nesse feed de hashtags.

    Se os perfis não encontrarem sua publicação é um sinal de que você está no shadowban, mas fica calmo que vamos dar algumas dicas pra solucionar o problema. 

    Como resolver o shadowban no seu perfil?

    1. Dê uma pausa de 24h a 48h no perfil. Nada de posts, stories nem se quer passear pelo feed, de preferência, nem faça login na conta;

    2. Se você faz muitos posts no mesmo dia, o Instagram pode te considerar um spammer. Tente manter um número de publicações razoável, como uma conta pessoal, por exemplo;

    3. Sabe aqueles apps que pedem pra você autorizar o acesso ao perfil no Instagram? Então, eles enchem a nossa conta de acessos, por isso, desconecte esses acessos;

    4. Mude para perfil pessoal por um tempo;

    5. Se nada der certo, entre em contato com a plataforma para resolver o problema.

    Se liga nessas dicas para não cair nessa.

    1- #Não #use #hashtags #quebradas. Se for usar hashtags priorize unir frases em uma única hashtag;

    2- Não quebre as diretrizes da plataforma, comportamentos fora dos ideais da rede resultam em diversas punições para sua conta. Leia as regras!

    3- Não repita ações. Se você rola o feed curtindo tudo que vê pela frente, dando follow ou unfollow em muitos perfis, a plataforma pode entender que você é um bot, um perfil robô;

    4- Não use automações para ganhar seguidores. O instagram consegue detectar esse tipo de comportamento robótico dentro do seu perfil e o resultado não é nada positivo.

    Já aconteceu com você? Conseguiu resolver o problema? Conta aqui pra gente nos comentários!

    Por Rafaelly Alves