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  • PESQUISA: Creatos Lésbicas no Brasil

    PESQUISA: Creatos Lésbicas no Brasil

    A Mosaico se tornou pioneira ao realizar a primeira pesquisa direcionada a influenciadores LGBTQIAPN+ e mais para frente a pesquisa Creators Trans. As amostragens destacaram uma realidade já percebida anteriormente: existe desigualdade dentro da sigla. Onde alguns membros sofrem diferentes formas de preconceito e apagamento.

    Pensando nisso, decidimos focar em uma parcela de criadoras de conteúdo que é muitas vezes apagada e/ou sexualizada: As criadoras lésbicas.

    Considerando a localização, conseguimos chegar ao resultado de que a maior parte das influenciadoras nasceram (33,7%) e moram (45,7%) no estado de São Paulo.

    A maior parte desse grupo está na faixa etária de 25 à 35 anos, correspondendo a 65,2% dos responsáveis. Apenas 1,1% com mais de 55 anos e nenhum respondente com menos de 18 anos. O que levantou a questão da descoberta da sexualidade tardia para lésbicas.

    Essa questão teve resposta de múltipla escolha, visto que é possível se identificar com diferentes gêneros. Ainda assim, 92,2% respondeu ser cis gênero.

    Sobre estados civil, 33,7% está namorando, 22,8% em união estável, 18,5% casades, 18,5% solteires, 3.3% outros e 2,2% divorciades.

    Referente a raça, a maioria esmagadora respondeu ser branca (62%), seguida por pretas (23,9%), pardas (7,6%), indígenas (3,3%) e amarelas (1,1%).

    O Instagram é a principal plataforma de trabalho para 81,5% das respondentes.

    A base de seguidores das respondentes estava dividida em: micro 42,4%, nano 40,2%, meso 13%, macro 2,2% e mega 2,2%

    Os principais temas abordados são, entretenimento 41,3%, cultura e história lgbtqia+ 38%, gênero e sexualidade 37% e ativismo e direitos 30,4%.

    71,1% não possuem agente/ agência e se auto representam, fazendo com as marcas.

    Sobre a segmentação: beleza, higiene e perfumaria lidera (31,5%) como o segmento que as marcas mais realizam ativações com influs lésbicas.

    Há uma preocupação maior por parte de consumidores e, consequentemente, de creators em adotar marcas de acordo com o seu posicionamento. Buscamos conhecer mais sobre o que leva creators a trabalharem ou não com uma marca. 

  • ONDE ESTÃO AS CREATORS LÉSBICAS?

    ONDE ESTÃO AS CREATORS LÉSBICAS?

    Somos uma agência especializada em Marketing de Influência que tem como propósito trazer pluralidade para a comunicação, dando visibilidade para influenciadores diversos e conectando-os a marcas. Conhecida por nossas pesquisas desbravando o universo de Creators LGBTQIAPN+ (2020) e Creators Trans (2021), retornamos para falar sobre quem pertence à letra L na sigla LGBTQIAPN+.

    A pesquisa ficou no ar durante o mês de maio e contou com o mapeamento de 170 nomes. Além do apoio da YOUPIX, uma das maiores consultorias de influência da América Latina, contamos com influenciadores parceiros que auxiliaram na divulgação. Ao final, foram 115 respostas coletadas revelando que 68,5% residem no sudeste e que a faixa etária predominante é a de 25 a 35 anos, representando 65,2% do recorte. Além disso, também foi possível conhecer os temas abordados por essa comunidade: 41,3% responderam tratar de temas relacionados ao entretenimento, seguidos de 38% que responderam criar conteúdos relacionados à cultura e história LGBTQIAPN+.

    A pesquisa de 2020, apontou que 33,3% das criadoras lésbicas não recebem qualquer tipo de remuneração pelo trabalho de creator, nessa amostragem conseguimos ir além desse dado, descobrindo que 71,1% dessas criadoras não possuem um agente ou agência e se auto-representam, podendo assim estar fora de bancos de influenciadores e tendo seu acesso dificultado a ações publicitárias.

    Das respondentes que já foram procuradas por marcas, 88,3%  alegaram maior procura durante o Mês do Orgulho e 38,3% ao mês da Visibilidade e Orgulho Lésbico. Outras datas lembradas estão o Dia da Mulher (38,3%) e Dia dos Namorados (35%). A busca por influenciadoras lésbicas é sazonal, como ressalta essa participante em um comentário anônimo “Nós não existimos apenas no mês do orgulho e não falamos apenas sobre nossas opressões, trabalhamos nas mais diversas áreas e influenciamos as pessoas de diversas formas.”

    Os dados coletados nessa pesquisa destacam uma ideia que já não é novidade: criadoras lésbicas sofrem apagamento dentro e fora da comunidade LGBTQIAPN+. “Através da pesquisa, queremos dar visibilidade a esse nicho de creators para que elas possam estar mais presentes em campanhas. É importante que as marcas mostrem as vivências de influenciadoras lésbicas com naturalidade ao longo de todos os dias do ano e não só em datas alusivas.“, explica a Coordenadora da Pesquisa Yhevelin Guerin, lésbica e sócia da Mosaico.

    Para ter acesso ao resultado da pesquisa, basta acessar o link por aqui  e preencher um formulário rápido para acessar todos os dados da pesquisa inédita. 

  • A hora de ouvir as influenciadoras lésbicas

    A hora de ouvir as influenciadoras lésbicas

    Agência Mosaico lança pesquisa ao lado da YOUPIX para dar voz a criadoras de conteúdo lésbicas e fornecer dados para o mercado 

    Mosaico, agência especializada em Marketing de Influência com foco na Diversidade, realizou a primeira pesquisa direcionada aos influenciadores LGBTQIA+ do Brasil em 2020. No ano seguinte, a agência focou no perfil de creators trans. As pesquisas evidenciaram para as marcas como as ativações e projetos envolvendo a comunidade LGBTQIA +  devem ir além de épocas sazonais. 

    A Pesquisa de 2020, apontou, por exemplo, que 33,3% das criadoras lésbicas não recebem qualquer tipo de remuneração pelo trabalho de creator, enquanto para os homens cis gays esse número diminui para 9,3%. Esses dados mostram como existe uma desigualdade na busca por creators lésbicas mesmo dentro da comunidade. 

    Dessa vez, a agência, ao lado da YOUPIX, uma das mais respeitadas empresas de consultoria de influência da América Latina, busca por mais informações sobre a presença da comunidade lésbica no mercado de influência brasileiro. “Somos lésbicas (LGBTs) o ano todo. Precisamos pagar boletos o ano todo e não só em junho. Meu público consome e escuta minhas recomendações e dicas em todos os meses do ano. Gostaria que junho e agosto fossem meses que conseguisse juntar uma grana a mais pra então pelo menos compensar esse silêncio que infelizmente tende a nos acompanhar nos outros meses” disse, Yas Campbell criadora de conteúdo e uma das consultoras da pesquisa.

    Por isso, a proposta final desta nova pesquisa é ouvir essas creators e dar uma dimensão das influenciadoras lésbicas, fornecendo informações que auxiliem ainda mais na profissionalização e diversidade das ações de marketing. “As lésbicas não fazem parte somente de uma sigla, há outras dimensões dentro desse mundo, como maternidade, trabalho, corpo, preconceito, inclusive o próprio empoderamento feminino. Acreditamos que as ouvindo, podemos aprender e ampliar ainda mais o mercado de influência.” Afirma Yhevelin Guerin, lésbica, sócia da Mosaico e coordenadora da pesquisa.

    Para participar, basta acessar o link do questionário por aqui . É importante que a pesquisa seja respondida com todos os detalhes possíveis até seu encerramento no dia 26 de maio para refletir a realidade da sociedade diversa que vivemos.