Categoria: MARKETING DE INFLUÊNCIA

  • Agência Mosaico lança amplo estudo “Creators e Marcas da Diversidade” sobre marketing de influência no Brasil

    Agência Mosaico lança amplo estudo “Creators e Marcas da Diversidade” sobre marketing de influência no Brasil

    São Paulo, 21 julho de 2025 – Em um contexto global onde a pauta de Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) enfrenta sinais de retração, especialmente com a diminuição de investimentos e menções em grandes corporações como Google, Microsoft e Disney nos Estados Unidos, a Agência Mosaico, pioneira no marketing de influência com foco em diversidade no Brasil, anuncia o lançamento de sua pesquisa “Creators e Marcas da Diversidade”. Este estudo inovador expande iniciativas anteriores e aprofunda o olhar sobre a pluralidade no mercado de influência, abrangendo recortes essenciais como raça, gênero e sexualidade, idade, padrões de corpo, regionalidade e pessoas com deficiência (PcDs).

    O cenário brasileiro diverge da tendência de esfriamento observada em outras economias. Dados recentes da Blend Edu indicam que 63% das organizações, no Brasil, ampliaram seus investimentos em diversidade e inclusão em 2024, enquanto o Relatório de Tendências de Empregabilidade 2025, da Gupy, registrou um notável crescimento de 37% nas vagas afirmativas. Soma-se a isso um movimento que congrega mais de 500 grandes empresas no país, empenhadas em consolidar e impulsionar ações concretas de inclusão. “Diante de um momento em que o apoio à diversidade parece estar sendo colocado à prova, reafirmamos que essa pauta é inegociável”, declara Yheuriet Kalil, CEO da Mosaico. “A influência digital reflete a sociedade em que vivemos e, mais do que nunca, é preciso garantir que essa representatividade seja autêntica, consistente e duradoura”.


    A Voz dos Creators: Desafios e oportunidades na representação brasileira

    O estudo da Mosaico teve como objetivo dar voz e visibilidade aos criadores de conteúdo pertencentes a grupos de diversidade. O agrupamento dos respondentes nas vertentes incluiu pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência (PcDs), pessoas racializadas (negras, indígenas, amarelas), pessoas com corpos diversos (gordos, com vitiligo, etc.), criadores com mais de 60 anos e aqueles situados fora do eixo Rio-São Paulo ou em comunidades periféricas.  

    A pesquisa quantitativa contou com 246 respostas de influenciadores e criadores de conteúdo diversos, sendo composta por Mulheres Cis (53,7%) e Homens Cis (37,4%), incluindo vozes importantes de pessoas Não-Binárias (3,3%), Mulheres Trans (2,0%), Homens Trans (2,0%) e Travestis (1,6%), revelando a pluralidade de identidades atuantes no setor. A faixa etária predominante ficou entre 26 e 35 anos (59,8%) e 36 a 45 anos (22,8%). O estudo evidencia a menor presença de criadores de conteúdo nas extremidades etárias, como jovens de 15 a 19 anos (0,8%) e pessoas com mais de 60 anos (1,6%), indicando uma lacuna significativa na representatividade etária. A representação racial, na pesquisa, aponta que 50,8% dos participantes se identificam como Brancos, enquanto 28,5% são Pretos, 16,3% Pardos, 3,7% Amarelos e 0,8% Indígenas, refletindo a complexa composição étnica do país. 

    Ao nos concentrarmos nas vertentes da diversidade, 60,2% representam a comunidade LGBTQIAPN+, 41,5% são influenciadores que fazem parte da diversidade regional, 40,2% consideram que estão na diversidade racial, 26% possuem corpos considerados fora do padrão, 15,9% são influenciadores que vivem em comunidades periféricas e 7,7% são PCDs, além aqueles que fazem parte da geração prateada, acima dos 60 anos de idade (1,6%).  O universo dos Micro Influenciadores (10.001 a 100.000 seguidores) domina com 54,5% da amostra, seguido pelos Meso Influenciadores (26%). O Instagram é a principal plataforma de trabalho para 86,18% dos respondentes, o TikTok (8,54%) e o YouTube (3,25%), apresentando menor relevância.

    A pesquisa ofereceu um panorama detalhado sobre o perfil dos profissionais que atuam na Creator Economy e que fazem parte de recortes da diversidade. O estudo mapeou desafios, perfis de criadores e a dinâmica de trabalho com marcas, coletando dados para fortalecer a diversidade e inclusão no mercado de influência e criação de conteúdo.

    A Percepção da Representatividade: Luzes e Sombras

    A pesquisa aprofundou-se na percepção dos criadores sobre como as marcas abordam a diversidade em suas campanhas, e os resultados apontam tanto avanços quanto desafios persistentes. A pesquisa revela um panorama de contrastes no marketing de influência brasileiro: enquanto a representatividade LGBTQIAPN+ e de corpos diversos demonstra alta visibilidade e lembrança de marcas (82,1% e 76% de lembrança, respectivamente), a inclusão de influenciadores mais maduros (apenas 32,1% de lembrança) e racialmente diversos (35% de lembrança) persiste como um ponto crítico. Ainda, 38,6% mencionaram marcas que incluem influenciadores PcDs, indicando que a inclusão de pessoas com deficiência ainda são minoritárias nas ativações com influenciadores. Essa discrepância expõe uma lacuna estratégica: o mercado ainda falha em espelhar a diversidade demográfica do Brasil e em aproveitar o vasto potencial de engajamento de públicos que, embora economicamente relevantes, permanecem sub-representados, exigindo um compromisso mais profundo e contínuo com a inclusão. 

    O estudo ainda aponta que, enquanto os setores de Beleza, Higiene e Perfumaria (60,2%) e Vestuário e Acessórios (44,3%) lideram as ativações gerais, refletindo tendências de mercado, a predominância de picos de trabalho durante o Mês do Orgulho LGBTQIAPN+ (20,73%) é um alerta crítico. Essa concentração, que supera datas comerciais como Black Friday (15,85%) e Dia dos Namorados (10,57%), indica uma alarmante tendência de inclusão sazonal, que mina a autenticidade e a sustentabilidade da representatividade ao longo do ano. Os influenciadores plurais sentem-se menos representados em campanhas publicitárias de setores como Concessionárias e Montadoras (40,8%), Serviços Financeiros (28%) e Saúde e Academia (26,4%), evidenciando um padrão heteronormativo branco e padrão que falha em inovar para o público diverso do Brasil.

    Os próprios criadores apontam barreiras estruturais, como a preferência por mega influenciadores/celebridades (43,7%), a falta de representatividade nas campanhas (27,3%), orçamentos reduzidos para influenciadores diversos (25,7%), e a persistência de preconceitos e estereótipos (20,4%). Contudo, 92,3% dos influenciadores compartilharam experiências positivas quando questionados com quais marcas eles tinham gostado de trabalhar, valorizando a liberdade criativa, autenticidade, o relacionamento,  o alinhamento com propósito/valores e a representatividade que as marcas buscam — fatores que, segundo eles, superam a mera remuneração justa. 

    Há recados preciosos como o de uma creator mulher cis, preta, de Minas Gerais: “É importante entender que sair da caixa não é apenas uma tendência, é uma necessidade. Inclusão de verdade acontece quando marcas deixam de falar sobre as pessoas e começam a falar com elas: ouvindo, abrindo espaço e dando protagonismo a vozes diversas. Não se trata só de representatividade estética, mas de participação real nas decisões, nas campanhas, na criação. Se vocês querem ser bem representados, abram espaço para todos. Isso é disruptivo. É desconfortável, mas é justamente aí que acontece a transformação. A inclusão verdadeira incomoda o status, rompe padrões e questiona privilégios. E é isso que torna uma marca relevante: quando ela tem coragem de refletir o mundo como ele é: múltiplo, diverso e real”. 

    A coordenação da pesquisa, realizada por Yhevelin Guerin, sócia e business intelligence da Mosaico, destaca a relevância do estudo para marcas que buscam alinhar suas estratégias a um mercado cada vez mais exigente por representatividade autêntica. “Nosso objetivo foi entender não apenas os desafios e a realidade dos influenciadores, mas também saber a percepção deles em relação às marcas. A pesquisa foi um recurso essencial para fornecer insights necessários que ajudem a direcionar estratégias mais eficazes no marketing de influência. Há um material rico que as marcas podem consultar”, complementa Yhevelin.

    A pesquisa “Creators e Marcas da Diversidade” marca os seis anos da Agência Mosaico. Os resultados detalhados estarão disponíveis, nas redes sociais e no site da agência, para fomentar discussões e incentivar ações concretas no setor. Nossa mensagem é inequívoca: a diversidade não é uma tendência efêmera de mercado, mas um compromisso fundamental para a construção de marcas relevantes e um futuro mais equitativo.

  • A IA Vai Acabar com Agências e Creators?

    A IA Vai Acabar com Agências e Creators?

    Recentemente, Mark Zuckerberg anunciou que a IA da Meta deve revolucionar ainda mais o marketing, tornando processos tradicionais obsoletos. A tecnologia poderá substituir agências de publicidade, automatizando a criação de campanhas e otimizando resultados de forma mais rápida e eficiente.

    Polêmico. O lado bom é que a Meta reafirmou que a IA vai democratizar a criação de anúncios, ou seja, pequenos negócios que nem tinham condições de investir em marketing, agora poderão fazê-lo. A MOSAICO – Influência com Diversidade acredita que apesar dos avanços, a IA não vai eliminar completamente as agências ou os criadores de conteúdo, porque, enquanto a IA pode gerar conteúdo em escala, ela ainda não consegue criar a conexão emocional, credibilidade e engajamento que só uma pessoa real consegue estabelecer.

    Vejamos, embora a tecnologia seja uma poderosa aliada, o verdadeiro diferencial está na capacidade das agências e creators de se adaptarem às novas ferramentas, mantendo sua autenticidade e relacionamento com o público. Afinal, nenhuma IA consegue liderar uma comunidade com a mesma intensidade e influência que um criador humano dedicado. Creators e agências saem na frente quando o assunto é autenticidade, irreverência e conexão emocional.

    E o que os profissionais de marketing precisam fazer no meio disso tudo? Precisamos nos adaptar às inovações, abraçar a inteligência artificial, sempre com muito profissionalismo, com o intuito de melhorar os processos e elaborar as estratégias mais adequadas. E claro, preservando aquilo que nos torna únicos.

    E você, acha que a IA vai substituir as agências e o trabalho dos creators? Comenta aí!

  • Redes sociais, política e a guerra pela atenção.

    Redes sociais, política e a guerra pela atenção.

    Na era da Economia da Atenção, influenciadores e criadores de conteúdo desempenham um papel central na formação da opinião pública, mas enfrentam o desafio da desinformação e da instabilidade das redes sociais.

    Como foi o caso do TikTok, que foi banido temporariamente nos EUA, apenas para voltar ao ar na posse do Presidente Donald Trump, que inclusive, contou com a presença dos CEOs de outras redes. Esse episódio exemplifica como as plataformas podem ser manipuladas para atender a interesses políticos (Mas isso todo mundo sabe).

    Situações como essa, comprovam que o ambiente digital tornou-se imprevisível, principalmente para as marcas.  Mudanças nas políticas das redes sociais podem impactar campanhas. Aliado a isso há também a desinformação e a polarização, que podem ameaçar a confiança dos consumidores. Por exemplo, os brasileiros passam quase 40% do tempo online nas redes sociais, que solidificam algoritmos que reforçam bolhas de opinião e podem aumentar os riscos de associar narrativas a controvérsias políticas, o que pode prejudicar a imagem de empresas, marcas e influenciadores.

    Por isso, a importância de trabalhar com agências digitais especialistas como a MOSAICO – Influência com Diversidade , que podem ajudar as marcas a navegarem nesse ambiente desafiador, ainda mais quando há tantas narrativas, mudanças constantes, alterações de algoritmos e um ambiente cada vez mais diverso.

    Esse cenário exige cada vez mais responsabilidade no uso das plataformas sociais, sendo crucial que influenciadores e todos nós adotemos um olhar crítico. O que está em jogo não é apenas a nossa atenção, mas a integridade da informação e o futuro da sociedade.

  • ALERTA DE REPUTAÇÃO!

    ALERTA DE REPUTAÇÃO!

    A Importância de ter uma boa Gestão de Imagem e Gestão de Crise.

    Você sabia que um único erro pode destruir sua imagem pública? O mundo digital, especialmente as redes sociais, intensificou a frequência das crises de imagem e reputação, amplificando seus impactos. Isso ocorre porque a repercussão dessas crises tende a ser mais rápida e alcançar um público muito maior. Acontecimentos do passado, por exemplo, podem surgir novamente, colocando sua imagem em risco. Recentemente, tivemos o caso da atriz Karla Sofía Gascón, estrela do filme “Emilia Pérez”, que teve sua reputação arrasada por tweets antigos considerados bem ofensivos.

    E o pior? Sua estratégia de lidar com a crise foi um desastre! Ela desativou o Twitter e deu uma entrevista evasiva e vitimista, que apenas piorou a situação.

    MAS, E SE EU DISSESSE QUE HÁ UMA FORMA DE EVITAR ISSO?

    É simples: através de uma gestão de imagem eficaz! Investir em uma agência e uma equipe especialista e preparada (como a Mosaico). Isso inclui manter uma presença online forte e coerente, interagir de forma empática com seguidores, identificar riscos, como posts problemáticos do passado e removê-los é uma prática indispensável. É imprescindível  saber gerenciar entrevistas com cuidado e evitar a superexposição.

    Eu sei que é desafiador manter a privacidade em um mundo superconectado, mas é essencial protegê-la, definir limites claros sobre o que é compartilhado publicamente e o que não é. Aquela máxima: Pense antes de postar. Com a superexposição, é difícil controlar a narrativa sobre si mesmo. É o que vemos em realities shows tipo BBB quando algum participante usa um termo polêmico ou se expressa de maneira que pode ser ofensivo para determinado grupo.

    E QUANDO A CRISE CHEGAR (E ELA PODE CHEGAR!), É PRECISO SABER COMO LIDAR COM ELA.

    O caso do diretor James Gunn em 2018 é um exemplo perfeito! Nessa época, foram vazados tweets (sempre eles) com conteúdos ofensivos. Na época, ele reconheceu seus erros, pediu desculpas e recebeu apoio da indústria. E o resultado? Depois de um ano demitido, ele foi recontratado pela Disney para dirigir o filme “Guardiões da Galáxia, Vol. 3” – um sucesso.

    Quando precisamos responder à crise, é importante seguir uma estratégia através de uma comunicação eficaz, realizando ações para minimizar danos e restaurar a imagem. E claro, implementar mudanças para prevenir futuras crises.

    Karla Sofía em sua primeira entrevista após a polêmica, usou um dos maiores clichês de desculpas que não parecem sinceras: “Esse material foi tirado do contexto” e “Desculpa se ofendi alguém”, ao contrário de James Gunn, ela não reconheceu o erro. A atriz ainda se vitimizou, o que não era indicado para o momento. Só faltou ela soltar um “Quem me conhece, sabe.” ou “Acredito que fui mal interpretada. Não foi isso que eu quis dizer”.

    Não vale a pena usar justificativas que soam vazias. O público quer sinceridade! Mostrar mudança de postura e apoiar causas sociais, por exemplo, é um ótimo caminho para reabilitar a imagem.

    ENTÃO, LEMBRE-SE: AO ENFRENTAR CRISES, É FUNDAMENTAL ASSUMIR RESPONSABILIDADE, SER SINCERO E CONSISTENTE EM SUAS AÇÕES.

    Não basta apagar erros. É preciso mostrar que você está comprometido em fazer as coisas certas. O que define o futuro de uma imagem pública é a consistência entre discurso e atitude. E aí, vamos juntos cuidar da nossa imagem?

  • COMO TIRAR NOTA 10 NA PLANILHA DE INFLUENCIADORES!

    COMO TIRAR NOTA 10 NA PLANILHA DE INFLUENCIADORES!

    Na última semana, vazou uma planilha que avalia o trabalho e comportamento de diversos influenciadores, claro que deu o maior bafafá e alguns comentários deixaram a internet chocada.

    A Mosaico deu uma analisada na planilha e trouxe algumas dicas para os creators que querem ter uma boa imagem no mercado, para as marcas que buscam trabalhar com criadores de conteúdo e também para o público que vai consumir esses trabalhos.

    3 DICAS PARA OS CREATORS: 

    TENHA UMA BOA EQUIPE: O assessor ou agente são o cartão de visita do creator, por isso, ele precisa ser profissional, ágil e preparado para lidar com as marcas;

    ORGANIZAÇÃO É TUDO: Tenha o briefing e contrato sempre bem alinhados para evitar confusão mais tarde;

    SEJA PROFISSIONAL: A gente nem sempre está no melhor dia, mas criação de conteúdo é um trabalho como qualquer outro, então lembre-se de ser profissional e respeitar prazos como seria em um escritório.

    3 DICA PARA AS MARCAS: 

    AMPLIE SUA VISÃO: A planilha nos mostrou que as marcas costumam contratar os mesmos creators, você sabia que no Brasil existem 20 milhões de influenciadores? Olhe além e descubra novos criadores de conteúdo, tem muita gente talentosa com ótimas métricas, valorize a originalidade e a identificação.

    TENHA ESTRATÉGIA: Faça uma curadoria eficaz, escolha os influenciadores certos para saber medir impactos. Avalie e analise as métricas, engajamento, valores e não esqueça da liberdade criativa que é primordial. 

    DEIXE O CREATOR TRABALHAR: Ele sabe o que faz. Eles não são vendedores, nem garotos-propaganda, muito menos um outdoor. Cada creator possui uma linguagem própria e ninguém melhor que ele sabe o que o público quer receber. Cocriem e colaborem com o creator, afinal de contas a autenticidade e credibilidade são dele.

    DICA PARA O PÚBLICO

    CALMA! Nada é tão 8 ou 80, antes de atirar pedras ou passar pano para algum influenciador, tente analisar a situação e se colocar no lugar do próximo. O que pode ter levado ela para aquela ação? Será que isso realmente aconteceu dessa forma? Cuidado com depoimentos anônimos, além de eles não trazerem credibilidade, é a visão de uma única pessoa. Não pregue o cancelamento.

  • É 2025 e as empresas simplesmente desistiram da diversidade?

    É 2025 e as empresas simplesmente desistiram da diversidade?

    Nos últimos dias, grandes empresas, como Meta e o McDonald’s Global, têm abandonado suas iniciativas de diversidade, como o Meta descontinuando a checagem de fatos e permitindo que a comunidade LGBTQIAPN+ seja ligada a doenças mentais, e o McDonald’s Global desistindo de implementar práticas em prol da inclusão. Essa tendência preocupante também afeta outras corporações, como Google, Disney e Amazon, que estão se afastando de políticas que promovem a diversidade. Essa mudança está indo contra a agenda ESG. Diversidade e Inclusão não podem ser vistas como modismo, mas sim como humanidade.

    E convenhamos, a gente sabe que uma empresa plural tem mais vantagem competitiva nas contratações e na imagem perante o mercado. Diversidade em uma empresa traz mais inovação, mais criatividade e um ambiente de trabalho mais respeitoso, além de ter o potencial de conquistar mais públicos e fidelizar consumidores. 

    Na Creator Economy, os influenciadores plurais possuem o papel de se conectar com suas audiências, fortalecendo suas comunidades e promovendo a representação. A MOSAICO – Influência com Diversidade , 1ª agência de influência com foco em diversidade do país, acredita que as marcas desempenham um papel fundamental na inclusão e diversidade. Em um mundo plural, campanhas publicitárias precisam refletir essa diversidade constantemente e não em momentos pontuais, e o retrocesso nas políticas corporativas não apenas prejudica a representatividade, mas também empobrece as narrativas disponíveis para o público em geral.

    Diante desse cenário, pergunto: até onde as empresas estão dispostas a ir para manter a inclusão, ou seguirão o caminho da conformidade e do retrocesso? Bom… Cabe a nós, cobrar o posicionamento das marcas, apoiar creators que representam e abordam esses temas e exigir que as empresas e líderes sejam responsáveis por promover esses valores. 

    A escritora e ativista lésbica, Audre Lorde, nos lembra de que ‘A diversidade é a nossa força.’ Vamos usar essa força para criar um futuro mais inclusivo e diverso. Espalhe Diversidade.

  • Descubra os 7 Insights Essenciais para o Marketing de Influência – eBook Gratuito

    Descubra os 7 Insights Essenciais para o Marketing de Influência – eBook Gratuito

    Todos os anos, a Mosaico tem sido uma fonte confiável de insights e previsões para o dinâmico mercado de marketing de influência. Porém, este ano, decidimos ir além do tradicional e organizar um evento que não apenas apresentasse nossas ideias, mas também permitisse uma troca valiosa com outros profissionais do setor. Assim nasceu o evento “7 Insights para o Marketing de Influência”.

    Sem dúvida, foi a melhor decisão que tomamos, pois enquanto nossa dupla de apresentadores falava, o chat ficava bombando com exemplos, opiniões e muita troca de informação. 

    O evento teve uma aceitação tão boa que transformamos esse material em um eBook, contendo os principais insights para o marketing de influência, cases e dicas de aplicação no contexto real das agências. Aqui está um resumo do conteúdo abordado:

    • IA, A Melhor Amiga da Criação de Conteúdo: Discutimos como a inteligência artificial interfere na criação de conteúdo e influenciadores virtuais.
    • Diversidade como Status Quo: Exploramos a importância de campanhas com diversidade e plataformas para localizar influenciadores diversos.
    • UGC Creator: Identificamos os diferenciais dos criadores de conteúdo gerados pelo usuário.
    • Afiliados Influenciadores: Estrategias para potencializar programas de afiliados.
    • MKT de Comunidade: Dicas práticas sobre como aplicar estratégias de marketing de comunidade.
    • O Conteúdo Longo Está On: Analisamos as diferenças entre os formatos de conteúdo longo e o aumento do consumo de conteúdos longos.
    • Regulamentação das Redes Sociais: Oferecemos conselhos para evitar problemas legais em publicações nas redes sociais.

    A todos que participaram do encontro, fica aqui o nosso muito obrigado. E para aqueles que perderam a transmissão ao vivo, fiquem tranquilos, pois ela está disponível no canal do YouTube. Quem quiser assistir, basta acessar esse link: https://www.youtube.com/live/RYfvHPe67Bs?si=a5gezlrZA9tnfgff&t=35

    E vocês podem baixar o ebook de forma gratuita clicando no link. Boa leitura e depois volte aqui para nos contar o que você achou!

  • Guia de Tendências 2023

    Guia de Tendências 2023

    A Mosaico, 1ª agência de influência com foco em diversidade do país, vem lançando anualmente guias com tendências do setor de marketing de influência. Depois de duas edições, incluindo a última versão de 2022,  a agência acaba de disponibilizar sua terceira análise, o Guia de Tendências 2023, que promete prever o que fará sucesso nas redes nesse ano. 

    O Brasil já é considerado o país dos influenciadores com mais de 20 milhões de auto intitulados creators, de acordo com uma pesquisa encomendada pela Meta. A agência analisou os relatórios que foram compartilhados pelas plataformas, consultorias e institutos de pesquisa no último trimestre de 2022. 

    Em suas edições passadas, os conteúdos trouxeram uma nova visão sobre o marketing de influência e a importância de utilizá-la em suas estratégias, além de prever os principais nichos que ficariam em alta durante o ano como Bem Estar e Streamers. 

    Neste ano, o guia revela o que se mantém e as novidades no universo da influência, além de uma lista de influenciadores que prometem marcar presença nas nossas telas e o tipo de conteúdo que o público deverá sentir mais interesse. Um destaque é que todas as imagens que ilustram o material foram desenvolvidas através de Inteligência Artificial, algo que veremos com frequência durante o ano . 

    Além das IAs – Inteligências Artificiais – Algumas das tendências que aparecem no guia já estão sendo implementadas, é o caso das comunidades, criadas para aproximar influenciadores e marcas criando uma relação mais real entre as partes. A própria Mosaico já utiliza o formato de squad em diversas ações.  

    O conteúdo está completo, com informações sobre monetização, algoritmos e outros temas essenciais para desbravar as redes durante o ano de 2023. Para acessar o Guia de Tendências basta acessar o link https://mosaico.monovj.com.br/tendencias2023/ e baixar o conteúdo completo. Boa leitura!

  • ONDE ESTÃO AS CREATORS LÉSBICAS?

    ONDE ESTÃO AS CREATORS LÉSBICAS?

    Somos uma agência especializada em Marketing de Influência que tem como propósito trazer pluralidade para a comunicação, dando visibilidade para influenciadores diversos e conectando-os a marcas. Conhecida por nossas pesquisas desbravando o universo de Creators LGBTQIAPN+ (2020) e Creators Trans (2021), retornamos para falar sobre quem pertence à letra L na sigla LGBTQIAPN+.

    A pesquisa ficou no ar durante o mês de maio e contou com o mapeamento de 170 nomes. Além do apoio da YOUPIX, uma das maiores consultorias de influência da América Latina, contamos com influenciadores parceiros que auxiliaram na divulgação. Ao final, foram 115 respostas coletadas revelando que 68,5% residem no sudeste e que a faixa etária predominante é a de 25 a 35 anos, representando 65,2% do recorte. Além disso, também foi possível conhecer os temas abordados por essa comunidade: 41,3% responderam tratar de temas relacionados ao entretenimento, seguidos de 38% que responderam criar conteúdos relacionados à cultura e história LGBTQIAPN+.

    A pesquisa de 2020, apontou que 33,3% das criadoras lésbicas não recebem qualquer tipo de remuneração pelo trabalho de creator, nessa amostragem conseguimos ir além desse dado, descobrindo que 71,1% dessas criadoras não possuem um agente ou agência e se auto-representam, podendo assim estar fora de bancos de influenciadores e tendo seu acesso dificultado a ações publicitárias.

    Das respondentes que já foram procuradas por marcas, 88,3%  alegaram maior procura durante o Mês do Orgulho e 38,3% ao mês da Visibilidade e Orgulho Lésbico. Outras datas lembradas estão o Dia da Mulher (38,3%) e Dia dos Namorados (35%). A busca por influenciadoras lésbicas é sazonal, como ressalta essa participante em um comentário anônimo “Nós não existimos apenas no mês do orgulho e não falamos apenas sobre nossas opressões, trabalhamos nas mais diversas áreas e influenciamos as pessoas de diversas formas.”

    Os dados coletados nessa pesquisa destacam uma ideia que já não é novidade: criadoras lésbicas sofrem apagamento dentro e fora da comunidade LGBTQIAPN+. “Através da pesquisa, queremos dar visibilidade a esse nicho de creators para que elas possam estar mais presentes em campanhas. É importante que as marcas mostrem as vivências de influenciadoras lésbicas com naturalidade ao longo de todos os dias do ano e não só em datas alusivas.“, explica a Coordenadora da Pesquisa Yhevelin Guerin, lésbica e sócia da Mosaico.

    Para ter acesso ao resultado da pesquisa, basta acessar o link por aqui  e preencher um formulário rápido para acessar todos os dados da pesquisa inédita. 

  • A hora de ouvir as influenciadoras lésbicas

    A hora de ouvir as influenciadoras lésbicas

    Agência Mosaico lança pesquisa ao lado da YOUPIX para dar voz a criadoras de conteúdo lésbicas e fornecer dados para o mercado 

    Mosaico, agência especializada em Marketing de Influência com foco na Diversidade, realizou a primeira pesquisa direcionada aos influenciadores LGBTQIA+ do Brasil em 2020. No ano seguinte, a agência focou no perfil de creators trans. As pesquisas evidenciaram para as marcas como as ativações e projetos envolvendo a comunidade LGBTQIA +  devem ir além de épocas sazonais. 

    A Pesquisa de 2020, apontou, por exemplo, que 33,3% das criadoras lésbicas não recebem qualquer tipo de remuneração pelo trabalho de creator, enquanto para os homens cis gays esse número diminui para 9,3%. Esses dados mostram como existe uma desigualdade na busca por creators lésbicas mesmo dentro da comunidade. 

    Dessa vez, a agência, ao lado da YOUPIX, uma das mais respeitadas empresas de consultoria de influência da América Latina, busca por mais informações sobre a presença da comunidade lésbica no mercado de influência brasileiro. “Somos lésbicas (LGBTs) o ano todo. Precisamos pagar boletos o ano todo e não só em junho. Meu público consome e escuta minhas recomendações e dicas em todos os meses do ano. Gostaria que junho e agosto fossem meses que conseguisse juntar uma grana a mais pra então pelo menos compensar esse silêncio que infelizmente tende a nos acompanhar nos outros meses” disse, Yas Campbell criadora de conteúdo e uma das consultoras da pesquisa.

    Por isso, a proposta final desta nova pesquisa é ouvir essas creators e dar uma dimensão das influenciadoras lésbicas, fornecendo informações que auxiliem ainda mais na profissionalização e diversidade das ações de marketing. “As lésbicas não fazem parte somente de uma sigla, há outras dimensões dentro desse mundo, como maternidade, trabalho, corpo, preconceito, inclusive o próprio empoderamento feminino. Acreditamos que as ouvindo, podemos aprender e ampliar ainda mais o mercado de influência.” Afirma Yhevelin Guerin, lésbica, sócia da Mosaico e coordenadora da pesquisa.

    Para participar, basta acessar o link do questionário por aqui . É importante que a pesquisa seja respondida com todos os detalhes possíveis até seu encerramento no dia 26 de maio para refletir a realidade da sociedade diversa que vivemos.